5 dicas práticas para você construir uma reserva financeira

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Fazer uma reserva financeira para o futuro é uma tarefa difícil. Esse artigo irá te ajudar a entender as principais dificuldades e como você pode contorná-las para conseguir poupar.

No final vamos deixar 5 dicas para você colocar em prática e começar a criar a sua própria reserva financeira.

Não se esqueça de deixar seus comentários e dúvidas ao final!

Descubra os principais motivos para fazer uma reserva financeira

O dinheiro traz Felicidade?

Felicidade e Dinheiro

Taí uma pergunta difícil e sem uma resposta conclusiva.

Como diz Woddy Allen: “O dinheiro não traz felicidade, mas provoca uma sensação tão parecida que é necessário um especialista para verificar a diferença…”

Em outras palavras, sem dinheiro, sem acesso e sem liberdade; não tem como ter calma e manter o equilíbrio emocional.

A falta de dinheiro impossibilita a felicidade. Então é importante fazer o dinheiro ser nosso aliado e não inimigo.

E você sabe por que a falta do dinheiro é capaz de nos desequilibrar?

Vamos destacar alguns motivos e medos que nos tiram o sono:

  • Pobreza – medo de ficar pobre
  • Perder autonomia/dependência
  • Não ter certeza sobre o dia de amanhã
  • Não se divertir, não ter lazer / Não poder viajar

 

A seguir, vamos entender um pouco mais como problemas de dinheiro podem nos fazer sofrer e como sair desta situação.

Pobreza – O medo de ficar pobre

Pobreza – O medo de ficar pobre

O maior medo da grande maioria das pessoas é a miséria. Ninguém quer ser pobre.

Como disse o grande carnavalesco Joãozinho Trinta: “O povo gosta de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual”. O que é engraçado e verdadeiro.

É claro que fazer qualquer coisa por dinheiro, ser egoísta e fazer mal aos outros, é inaceitável. Mas, sem maiores discussões, é melhor ter dinheiro do que não ter.

Daí o primeiro medo que temos que enfrentar: a Peniafobia. Sabe o que isso? É o medo de ficar pobre.

A POBREZA é a incapacidade de suprir as necessidades mais simples da vida cotidiana. Como alimentação, vestuário, alojamento e cuidados de saúde. É a carência dos bens e serviços essenciais.

Este medo é tão real que a psicologia sugere que ele pode resultar em sintomas físicos, como tremores, suor frio, dor de cabeça, náuseas, tonturas, síndrome do pânico e batimentos cardíacos acelerados.

O único modo de se livrar desse medo é: fazendo uma reserva financeira.

Acompanhe agora o nosso passo a passo para você conseguir de forma definitiva criar sua Reserva Financeira e passar a viver sem medo.

Não ter certeza sobre o dia de amanhã

Não ter certeza sobre o dia de amanhã

Um grande problema atual é a Ansiedade, isto é, o medo provocado pela antecipação de uma situação de sofrimento.

A ansiedade é causada por algo que pode parecer óbvio, mas, que é real: por mais que tentemos programar o futuro, não temos certeza do dia de amanhã.

Por isso nossa mente não descansa por um minuto: O que faço da minha vida? O que estudar? Onde trabalhar? Abro um negócio ou acho um emprego? E se nada der certo?

Tentar controlar a ansiedade e focar nas ações é muito importante e para saber mais sobre isso leia o artigo Trade-off do tempo aqui.

E, como vimos, muitas das inseguranças do futuro estão relacionadas com a falta de dinheiro. E a única solução para esta preocupação constante é:

Ter uma reserva financeira!

 

Perder autonomia/dependência

Perder autonomiadependência

Imagine essa situação:

Você não tem nenhuma reserva financeira e o dinheiro que ganha é gasto nas despesas mensais.

Pense agora que o telhado da sua casa começa a cair ou estoura um cano na sua cozinha.

O que fazer? O que vai acontecer? Você terá que fazer uma obra e advinha…vai gastar um monte de dinheiro. E isso não é raro, a vida e cheia de contratempos.

E se não tem dinheiro para os gastos da obra a sua única alternativa será fazer um empréstimo.

Ninguém gosta de ficar devendo pra um amigo ou para o cunhado. Costuma dar confusão. E dever pro Banco, então, com os juros estratosféricos, vai te colocar em uma situação de extrema fragilidade.

Numa situação dessas não há pra onde correr! E sabe qual é a razão deste dilema? A falta de autonomia a falta de uma reserva financeira.

Esta é uma cruel realidade…o dinheiro pode não trazer a felicidade, mas separa as pessoas autônomas, que conseguem colocar em prática os seus projetos, daquelas que ficam dependentes.

Então, novamente a única alternativa é fazer sacríficos diários em prol da formação de uma reserva financeira.

Não precisa ter muito dinheiro, mas o necessário para não ter que se preocupar com ele.

Não se divertir, não ter lazer e não poder viajar

não ter lazer e não poder viajar

Outro grande sofrimento causado pela falta de dinheiro é: não poder realizar viagens bacanas. Um dos maiores prazeres do ser humano.

Viajar é muito legal e faz um bem danado. A psicologia explica que viajar pode fazer muito bem à saúde, aumentar os níveis de felicidade e tira as pessoas da rotina.

Como diz Mário Quintana: “viajar é trocar a roupa da alma”.

Mas qualquer viagem mesmo a mais simples custa dinheiro. Nesse artigo “Viajar é preciso: 5 dicas para tirar sua viagem do papel” damos algumas dicas valiosas. Confira!

Porem gastos com viagens não costumam estar nos planos. Logo, para que sejam possíveis estes gastos extras mais uma vez temos que juntar dinheiro.

O raciocínio feito para a viagem vale para qualquer outro programa de lazer. Eles são fundamentais para a vida, mas, serão ainda melhores se você tiver dinheiro.

Sempre voltamos ao mesmo ponto: é muito importante ter uma reserva financeira.

Ok, estamos de acordo. A pergunta é “Como fazer uma reserva financeira”?

Quer saber como? Então siga em frente. Chegaremos lá!

Por que algumas pessoas têm dificuldade para formar uma reserva financeira?

Padrão de gastos

Padrão de gastos

Grande parte dos “problemas financeiros” são problemas de comportamento cujas consequências são financeiras. São os “falsos problemas financeiros”.

E você sabe o que são problemas financeiros? Se quiser saber um pouco mais vale a pena assistir este vídeo:

 

As vezes a situação financeira difícil é também um problema de tentar lutar contra a matemática, pura e simplesmente…

Não é possível gastar mais dinheiro do que se ganha e ainda assim “sobrar dinheiro”.

Talvez seja uma das coisas mais óbvias da gestão financeira: Para fazer uma reserva financeira, precisa sobrar dinheiro; e para sobrar dinheiro, é preciso se gastar menos do que se ganha.

É um conceito de entendimento extremamente simples, mas a execução não é fácil.

Temos uma tendência natural de buscar a gratificação imediata. Além disso vivemos num mundo cheio de estímulos e pressões para que gastemos nosso dinheiro mais com “desejos” do que com “necessidades”.

O fato é que grande parte das pessoas que alegam não ter condições de formar uma reserva financeira tem dificuldade não por ganhar pouco, mas por terem um padrão de consumo acima da sua realidade.
Gastos superiores às receitas não permitem a sobra de dinheiro.

A “pressão social”

A pressão social
Viver de forma regrada é uma coisa antinatural para nós, seres humanos. Somos orientados para o curto prazo – é uma herança de nossos antepassados do período Paleolítico.

A vida naquela época era “um dia de cada vez” e não havia preocupação com o longo prazo. “Longo prazo” é um conceito novo.

Além da nossa natureza não ajudar, ainda por cima temos todo tipo de estímulo nos forçando a gastar dinheiro, com coisas inúteis, supérfluas e que nada acrescentarão à nossa qualidade de vida.

A pressão social é enorme, começando com as propagandas o tempo todo nos bombardeando dizendo que algo “falta” em nós e que só seremos completos se usarmos as roupas da marca “X”, dirigirmos o carro “Y” e frequentarmos o restaurante “Z”.

A pressão não vem apenas das propagandas. Vem também de nossos círculos sociais mais próximos, como amigos e parentes.

Presentear virou demonstração de afeto. Frequentar lugares caros se tornou uma demonstração de estar integrado a certo grupo social.

Comer num lugar incrível é muito bom mas, não faz nenhum sentido se para isso você gastar o dinheiro “do leite”.

Isso é ostentação. Saiba mais clicando nesse link.

Muitas pessoas, mesmo não tendo capacidade financeira, seguem jogando o “jogo das aparências” e cedendo às pressões sociais.

E são pressões que não param de aumentar – a cada dia se cria uma nova data comemorativa: Dia da Sogra, Dia do Amante, Dia do Bicho de Estimação e por ai vai.

Veja como aproveitar as datas comemorativas para ajudar a fazer a reserva financeira. Nesse texto sobre Datas Comemorativas – Oportunidade de aprender Educação Financeira.

Tudo isso gera o ciclo já conhecido, que começa com o “não conseguir formar reserva”, evoluindo para a dilapidação do patrimônio e o endividamento.

O (des)controle emocional

O descontrole emocional

Gastar muito é um problema, mas às vezes pode ser tornar um problema REALMENTE sério. O hábito de gastar descontroladamente é reconhecido como uma patologia mental, a “oniomania”.

Às vezes, gastar vira doença. A pessoa se endivida de forma descontrolada, compra coisas que sequer “sabe para o que serve” e faz compras e dívidas escondidas de suas famílias.

Neste ponto, o descontrole financeiro é sinônimo de vergonha e desespero.

A oniomania é um típico caso de “falso problema financeiro”. É um problema de saúde, a ser tratado por profissionais de saúde mental, e não consultores ou planejadores financeiros.

Uma coisa não dá para negar: gastar dá prazer. Testes com ressonância magnética demonstraram que gastar dinheiro aciona as mesmas áreas do cérebro acionadas quando se consome drogas.

Pessoas que já têm alguma tendência compulsiva podem acabar facilmente, “descambando” para a oniomania.

Como pessoas que não conseguem manter um certo equilíbrio emocional ao lidar com dinheiro têm enorme dificuldade em se manter longe de dívidas. Formar reserva financeira, então, é fora de questão.

Você se identificou com essas pessoas? Quer aprender algumas técnicas para melhorar o seu controle emocional? Dê uma olhada nesse sequência de vídeos sobre o assunto: Respire profundamente.

Os efeitos da inflação

Os efeitos da inflação

A inflação é uma grande inimiga da formação de uma reserva financeira. Porém, diferente dos hábitos de consumo ruins, da pressão social e do descontrole emocional, a inflação é um inimigo “externo”.

A inflação afeta a economia como um todo e, infelizmente, as armas para se proteger dela são limitadas.

Inflação é a perda de valor do dinheiro ao longo do tempo. Ela causa a queda do poder de compra.

As pessoas trabalham a mesma coisa, ganham a mesma coisa… mas o dinheiro compra cada vez menos.

Algumas pessoas conseguem “se defender” da inflação melhor do que as outras.

Assalariados, pensionista e aposentados, por exemplo, são vulneráveis à inflação, pois seus rendimentos são estáticos. E eles são a maioria.

Outras pessoas, como empresários e profissionais liberais, conseguem repassar parte da inflação nos preços de seus produtos e serviços.

Essas pessoas precisam fazer “malabarismos” para defender o orçamento. Como diminuir o consumo ou buscar produtos mais baratos.

Já quem têm investimentos e reservas financeiras conseguem proteger bem seus patrimônios. Investidores podem até ganhar com a inflação.

A inflação é ruim para quase todo mundo. Só não perde com a inflação aquele que possui uma reserva financeira. Mais um grande motivo para guardar dinheiro.

Quando a exceção vira regra

Quando a exceção vira regra

Outro grande inimigo da formação de uma reserva são os contratempos, os “eventos imprevistos”.

Podemos classificar esses imprevistos, que impedem a pessoa de guardar dinheiro, como um inimigo interno ou externo.

Às vezes o imprevisto é, de fato, um imprevisto, aí podemos defini-lo como “inimigo externo”.

Outras vezes era uma coisa óbvia mas que não planejamos. Um típico “inimigo interno”, criado por nós mesmos.

É como a pessoa que em dezembro se desespera com os gastos de Natal e final de ano. E entram em “parafuso” pensando em como vão pagar as contas do começo de ano, como IPTU, IPVA, matrícula escolar…

Esse tipo de evento não é um “imprevisto”. Eles aconteceram no ano passado, acontecerão neste ano, no ano seguinte e no próximo também.

Não “tem desculpa” para aquele que não se planejou para esses eventos financeiros.

Mas há os imprevistos reais. Mesmo pessoas que se planejam acabam se deparando com situações em que as coisas não saem como imaginadas.

Um gasto inesperado, a tal obra em casa, por aí vai…

Então todo planejamento, financeiro, deve prever uma margem que dê alguma flexibilidade. É o que nos permite permanecer “no rumo” mesmo quando coisas inesperadas acontecem.

Nem tudo é “guardar dinheiro”

Nem tudo é guardar dinheiro

No fim, o que define a situação financeira de uma pessoa é mais a forma como ela gasta do que o quanto ganha (as receitas), mas as receitas também são muito importantes.

Algumas pessoas não fazem os investimentos e as ações necessárias para aumentar as receitas no tempo.

Elas costumam passar por fases e eventos da vida, como sair da casa dos pais, constituir a própria família, ter filhos…

Tudo isso implica no aumento das despesas, que precisa ser acompanhado de um aumento de receitas correspondente. E de preferência maior.

Uma estagnação das receitas, ainda mais com despesas crescentes impede a formação de uma reserva financeira, e pode levar ao endividamento.

A pergunta é: como fazer para começar a formar minha reserva financeira? Vamos lá…conheça as 5 dicas que vão fazer você virar o jogo!

5 dicas práticas para você construir uma reserva financeira

1) Gaste com sabedoria

1 Gaste com sabedoria

Gastar com sabedoria requer conhecimento e pesquisa. Por meio das pesquisas você poderá economizar muito. Por exemplo usando bem as épocas do ano.

O inverno é a época dos abacates, e eles chegam a custar R$ 2,50 por quilo no auge da colheita.  Enquanto isso no verão os abacates custam R$ 12,00 o quilo. Comprar na época certa é um ótimo negócio.

Então na época dos abacates não compre kiwis. É a velha lei da oferta e da demanda ajudando a fazer mais com menos.

Usando a mesma lógica tire férias na baixa estação e compre com antecedência. Os gastos serão menores e o conforto é garantido.

Aproveite para comprar roupas nas promoções depois do natal e compre só o que realmente precisa e vai usar.

Outros hábitos sábios podem nos ajudar como: fazer uma poupança compulsória comprando um consórcio ou fazendo previdência.

Espécies de poupança que te obrigam a pagar um boleto todos os meses como se fossem uma despesa, podem te ajudar muito a poupar se o problema for disciplina.

2) Livre-se de dívidas

2 Livre-se de dívidas

A maior dica que a Zen pode te oferecer é: NÃO faça dívidas, livre-se delas.

Corte os gastos desnecessários, reduza suas despesas, tenha uma vida sustentável e equilibrada, não gaste mais do que ganha e definitivamente não faça dívidas.

Deixe de realizar compras parceladas e passe a viver com o dinheiro que você tem. Compre tudo à vista! Se não tiver dinheiro, não compre!

Como diz o pensador econômico Nassin Taleb: “A dívida é o objeto mais fragilizante da vida de uma pessoa.”

Quem possui uma dívida, se torna escravo dessa dívida, para ele não há liberdade de escolhas e nem espaços para contratempo.

O endividado precisa que as coisas deem certo no futuro para que ele consiga pagar sua dívida. Ele conta com o ovo antes mesmo que a galinha o ponha.

Imagine que você fez faculdade usando crédito e agora possui uma dívida. E ao chegar no mercado de trabalho a sua única opção é numa empresa de agrotóxico. Para você não há alternativa, você vai ter que aceitar mesmo que lhe pareça errado.

Esse é o segredo para se viver bem e em paz com a vida financeira. Viver com pouco, e não possuir dividas fará você descobrir que não há nenhum problema nisso. O que lhe garantirá a prosperidade.

3) Controle as suas finanças

3 Controle as suas finanças

Muitas vezes perguntamos: Para onde foi o meu dinheiro? Recebi e não lembro com o que gastei! Às vezes, também, estamos no começo do mês e o dinheiro já acabou.

Isso nos faz ficar tristes e desesperados, enfim. Ficar sem dinheiro não é motivo para alegrias. O que fazer então?

É simples. Basta controlar os seus gastos e seus ganhos. Como no ditado: “Conte seus tostões, e você chega aos milhões”.

Organize os seus gastos em listas e risque aquilo que você não precisa ou pode deixar para depois.

Não sabe ou acha chato montar planilhas ou fazer listas? Hoje, existem diversos aplicativos que fazem isso por você. É só informar as categorias e valores. Pronto!

Usar um aplicativo irá te ajudar a controlar melhor seus gastos e ter uma reserva no final do mês, já que você saberá realmente para onde está indo o dinheiro.

Você vai perceber que, fazendo um controle das suas finanças, o restante das coisas irá fluir. E após um período o controle se tornara cada vez mais fácil e natural.

Você não ficará tão preocupado como antes e então poderá viver de maneira mais plena. Ter um controle das suas finanças com certeza é um ótimo negócio na luta diária para se organizar e alcançar o equilíbrio.

E você, acha que fazer controle de finanças pessoais é difícil ou chato? Se quiser se aprofundar nessa questão esse vídeo é pra você:

4) Use a tecnologia colaborativa para poupar

5 Use a tecnologia colaborativa para poupar

Estamos na época da economia compartilhada e isso pode te ajudar muito, se você souber como.

O avanço da tecnologia nos permite ter sistemas online complexos, capazes de gerenciar milhões de usuários, na palma das nossas mãos.

Hoje, podemos usar um monte de coisas, sem precisar compra-las. Isso é revolucionário e pode te ajudar a diminuir muito seus gastos.

Comece vendendo o seu carro. Com um serviço como o Uber, não vale mais a pena termos um carro. A não ser que você rode mais de 50 quilômetros.

Tem um quarto sobrando? Alugue para alguém de modo seguro. Não quer mais pagar aluguel vá morar com alguém.

Tudo hoje pode ser alugado e compartilhado. Usar eficientemente esses serviços pode fazer a diferença entre fechar o mês no vermelho ou ter a tão sonhada reserva financeira. Um verdadeiro calmante nos dias atuais.

5) Tenha disciplina ao gastar

4 Tenha disciplina ao gastar

O sonho de muitas pessoas é ficar rica da noite para o dia. Ganhar na loteria, poder comprar tudo.  Elas vivem de sonhos, vinculando sua felicidade a um dinheiro imaginário.

Essas pessoas sonham com um futuro melhor, mas para isso contam com um milagre no lugar de fazer o possível com o que possuem hoje.

Você tem disciplina com o dinheiro que ganha hoje? Você faz seu dinheiro durar bastante? Tem um controle dos gastos? Consegue poupar ou o dinheiro some da sua carteira do dia para a noite?

Ganhar uma bolada magica não depende de você. Já, ter disciplina ao gastar é uma das poucas coisas que só depende de você.

A disciplina, funciona da seguinte forma: quanto mais você pratica e melhora suas técnicas mais isso se torna algo natural. Em algum momento se controlar deixa de ser um sofrimento.

Administrando melhor o seu dinheiro, fazendo listas, diminuindo gastos supérfluos e eliminando as dívidas, te impulsiona em direção a liberdade que só a disciplina traz.

Você se lembra do legião Urbana? Disciplina é liberdade.

O importante é, pouco a pouco, manter o ritmo e ir seguindo as dicas, focando no seu objetivo, tornando-se uma pessoa rica e equilibrada.

Seus sofrimentos e frustrações irão cessar e a felicidade será apenas uma consequência.

Gostou desse texto? Então compartilhe com seus amigos para que cada vez mais pessoas também consigam montar uma reserva financeira para o futuro.

E você? Está conseguindo fazer a sua reserva financeira? Conte pra gente como você tem feito ou se tem alguma outra dificuldade!

Em caso de dúvida, pode comentar também!

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